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sexta-feira, 26 de julho de 2019

O ÚLTIMOS MOMENTOS DO CADETE RUYTEMBERG ROCHA - 26 DE JULHO DE 1932



Ruytemberg Rocha participou da batalha que entraria para os anais da História Militar Brasileira



Há exatos 86 anos (26 de julho de 1932) um “rio de lágrimas” corria pelo rosto caridoso de uma mãe, a Senhora Julita Simões Rocha, e um pai, Osório Correa da Rocha, pois um dos seus cinco filhos, Ruytemberg, precocemente, dormira o sono dos heróis da Revolução de 1932...



Quando deflagrada a Revolução de 1932 , Ruytemberg Rocha era segundanista como Aluno da Escola de Oficiais do CIM - Centro de Instrução Militar da Força Pública, equivalente hoje a Cadete da Academia de Polícia Militar do Barro Branco - APMBB. Era natural de São João de Bocaina (atual Bocaina), cidade do interior Paulista, próximo a Jaú.
Em um rampante de civismo formaram-se aproximadamente 70 Unidades de Guerra (Batalhões de Voluntários), pessoas de todas as classes dispostas a ceifarem suas vidas por São Paulo e pelo Brasil. Os Quartéis da 2ª Região Militar, do Exército Brasileiro, sediados no Estado de São Paulo , também abraçaram ao nobre ideal, com seus aproximados 3.612 guerreiros. A Força Pública, a maior força terrestre no Estado, com quase 10.200 combatentes, entusiasticamente, “armou baionetas” para defender o estandarte alvinegro Paulista de 13 listras e o verde e amarelo de nossa Bandeira do famigerado Regime de Exceção, a Ditadura de Getúlio Vargas.



O CIM também "desembainhou a espada", cedendo seus Alunos para pelejarem em prol da Redemocratização. Além da Escola de Oficiais, o CIM, localizado na Av. Tiradentes, na Capital, na área compreendida pelo atual COPOM, abrangia também a Escola de Recrutas, Cabos e Sargentos. Somente em 1944 o CIM se mudaria para a atual Invernada do Barro Branco, no bairro do Tucuruvi, na zona norte da Capital, sede atual da APMBB. Os Alunos da Escola de Oficiais foram incorporados aos Batalhões de Voluntários como Oficiais Comissionados.
O Aluno Ruytembeg Rocha , nascido em 19 de Janeiro de 1908, solteiro e contando com 24 anos, incorporou-se no 2º Batalhão Auxiliar da Força Pública (de Voluntários), conhecido por Batalhão Marcílio Franco, no posto de Capitão Comissionado. 



Ruytemberg partiu para o Setor Sul de batalha, na divisa de São Paulo com o Estado do Paraná, logo nos primeiros dias do epopeico Movimento, que visava à restauração do Estado Democrático.  Todavia, no fatídico “26 de julho de 1932”, durante pesado combate contra as tropas Federais (batalha essa que entraria para os anais da História Militar Brasileira como o maior em tempo de duração, 17 horas...), à frente de sua tropa, ocorreu sua tragédia pessoal!
A refrega ocorria no interior do cemitério da cidade de Buri, distante 257 Km da capital Paulista( fronteira sul do Estado de São Paulo, próximo ao Paraná).
No auge do conflito, uma bala certeira e traiçoeiramente Getulista atingiu-o na cabeça, extinguindo sua vida... seus sonhos!
Enterrado no Cemitério Velho da cidade, inicialmente, anos após seus restos mortais foram direcionados para o Mausoléu/Obelisco ao Soldado Constitucionalista de 1932, no bairro do Ibirapuera, Capital, encontrando o repouso eterno ao lado de inúmeros outros bravos lá perfilados.


No canto inferior esquerdo, com diagonais "Vermelha e Preta", estão os restos mortais do Cadete Ruytemberg Rocha.





Pelos serviços prestados e por seu sangue imolado pela Constituição, a Força Pública o promove “post mortem” ao posto de 2º Tenente.

O 2º Tenente Ruytemberg Rocha, personificou-se, recebendo inúmeras homenagens:

1. no bairro Mandaqui, na zona norte da Capital, uma das suas Ruas empresta o seu nome; 
2. é patrono do Diretório Acadêmico da APMBB “DA XV de DEZEMBRO; 
3. Criação do Núcleo "Cadete RUYTEMBERG ROCHA", em 2009, extensão da Sociedade Veteranos de 1932 - MMDC, que preserva o ideário democrático do Movimento Constitucionalista. É sediado na Academia do Barro Branco, sendo gerenciado pelos próprios Cadetes; e
4. Deu nome ao Batalhão de Policia Militar na cidade de Jaú.
 27º Batalhão de Policia Militar do Interior - " Tenente Ruytemberg Rocha". 
(LEI Nº 16.951, DE 07 DE MARÇO DE 2019) 





Fontes: 
- “Cruzes Paulistas, os que tombaram, em 1932, pela glória de servir São Paulo.”, disponível em:http://mh.itapetininga.com.br/1932/cruzespaulistas85.pdf. ,
- “Outras Memórias”, de Luiz Tenório de Brito e “Boletim Geral 209”, de 08 de setembro de 1932.
- Homenagem ao Herói da Revolução de 1932 da Cidade de Bocaina. Disponível em: https://27bpmi.blogspot.com/…/homenagem-heroi-da-revolucao













    quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

    HOMENAGEM A HERÓI DA REVOLUÇÃO DE 1932 DA CIDADE DE BOCAINA



         No dia 27 de Outubro de 2017, os Deputados Estaduais Celso Nascimento e Chico Sardelli protocolaram na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo o Projeto de Lei nº 997 dando o nome de "Ruytemberg Rocha", herói paulista da Revolução de 1932, ao Vigésimo Sétimo Batalhão de Polícia Militar do Interior (27º BPM/I)
          Ruytemberg Rocha nasceu em São João da Bocaina (atual município de Bocaina – SP) em 19 de janeiro de 1908. Filho de Ozório Corrêa da Rocha e de Julita Simões Rocha.       Após cursar suas primeiras letras em sua cidade natal, ainda jovem, ingressou no Centro de Instrução Militar (CIM) da Força Pública, atual Academia de Polícia Militar do Barro Branco da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP). 



          Durante toda a sua passagem pela APMBB destacou-se pela enorme capacidade intelectual, habilidades de comando, e por sua pró-atividade no desenvolvimento das mais diversas tarefas enquanto cadete da Milícia Bandeirante.

         Acendido o estopim da Revolução Constitucionalista de 1932 com a morte dos quatro participantes da manifestação de 23 de Maio (Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo), e, posteriormente, com a morte de Alvarenga, a Força Pública do Estado de São Paulo, a exemplo de todos os nobres voluntários paulistas, mobilizou todo o seu efetivo na luta pela democracia e contra o autoritarismo.
         O Centro de Instrução Militar foi extinto, a contar de 8 de julho de 1932, e todo o seu efetivo foi remanejado para os batalhões de reserva da Força Pública, os quais formaram o numeroso Exército Constitucionalista.
         Os alunos dos cursos básicos de formação de soldados, cabos e sargentos foram mobilizados como tropa, enquanto os alunos do curso de formação de oficiais seguiram como oficiais comissionados junto aos diversos batalhões de voluntários.
         Nos três meses de combate da Revolução Constitucionalista de 1932, o efetivo do Centro de Instrução Militar ofereceu ao Brasil o seu tributo de sangue com o sacrifício de três alunos: António Ribeiro Junior, Manuel dos Santos Sobrinho e Ruytemberg Rocha, destacando-se dentre eles o Cadete PM Ruytemberg Rocha.
         Ruytemberg Rocha, cadete do último ano do Curso de Formação de Oficiais, seguiu para o setor sul comissionado como Tenente no Batalhão de Voluntários Marcílio Franco, com a missão de defender o setor de trincheiras que dominavam o cemitério da cidade de Buri, interior de São Paulo. Durante todo o período em que permaneceu à frente de sua companhia de voluntários, Ruytemberg Rocha, militar dedicado, admirado por seus superiores e exemplo para os seus pares e subordinados, comandou com maestria seus homens, incutindo nos mesmos aspectos de disciplina, honra, caráter, civismo e patriotismo.
         Aos 24 anos, no seu primeiro combate, com sua tropa sob incessante ataque da infantaria e da artilharia getulista, já sem meios materiais e quando fraquejavam os voluntários, na tentativa de galvanizar seus homens, Ruytemberg foi ferido mortalmente com um tiro na cabeça, falecendo instantaneamente, no dia 26 de julho de 1932. O combate nas trincheiras do cemitério de Buri – SP, considerado um dos mais duros da Revolução Constitucionalista, durou cerca de 17 horas e constituiu um duro golpe ao Estado Revolucionário.





         No dia 22 de novembro, em Solenidade na Cidade de Bocaina, o 27° BPM/I foi presenteado pelo Presidente do CONSEG "Ruytemberg Rocha", com uma certidão de nascimento do Herói maior de nossa região  





         O projeto está em tramitação pela Assembléia, com previsão de aprovação para o mês de março de 2018.




    sexta-feira, 28 de abril de 2017

    28 DE ABRIL - COMEMORAÇÃO DA TRAVESSIA DO ATLÂNTICO E LEVANTE DE 1931



         Esta data, de 28 de abril, nos traz à memória dois fatos de extrema relevância na história do povo paulista e, também, brasileiro:
         1-A Travessia do Atlântico Sul realizada, em 1927, por João Ribeiro de Barros, herói jahuense e o Tenente João Negrão da Força Pública Paulista (atual Policia Militar).
    
    
    
             
             Comandante João Ribeiro de Barros
    Tenente João Negrão

            2- O levante da Força Pública do Estado de S. Paulo (atual Polícia Militar) contra o Interventor Cel. João Alberto Lins de Barros , colocado por Getúlio Vargas, para subjugar o nosso Estado e suas tradições e que, infelizmente, foi delatada e debelada com prisão dos seus principais líderes. Um deles, foi o Capitão (na época) ROMÃO GOMES que é considerado nosso maior soldado na Revolução Constitucionalista de 1932.


    Coronel Romão Gomes


             Romão Gomes nasceu na vizinha cidade de São Manoel em 27 de junho de 1895 e morreu em São José dos Campos em 11 de janeiro de 1946.
              Ingressou na Força Pública em 1926 e chegou ao posto de Tenente-Coronel em 1932, época em que saiu da Corporação.
               Pouco antes de estourar a Revolução Constitucionalista formou-se em direito pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco e, após a carreira militar, foi Deputado Estadual e Juiz do Tribunal de Justiça Militar do Estado.
              Transformava recrutas em soldados em tempo recorde e usava, com perfeição, a guerra de guerrilha. Com isso conquistou grandes vitórias em seu setor, sendo um dos poucos que se caracterizaram pelo ataque. Comandou a Região da fronteira mineira que compreendia as cidades de Casa Branca, S. José do Rio Pardo, S. João da Boa Vista, Grama, Prata, Caconde, cidades que sucumbiram na fase inicial na guerra, mas foram retomadas pela força da “Coluna Romão Gomes”, chefiada pelo grande soldado paulista, orgulho da Revolução Constitucionalista.



                   Antonio Fernando Reginato, MMDC-Jahu, 2017.
                             (adaptado por Cap PM Perpétuo)



    sexta-feira, 29 de abril de 2016

    28 DE ABRIL, UM DIA DE MUITAS HISTÓRIAS - TEXTO ENVIADO PELO PRESIDENTE DO NÚCLEO DO MMDC DE JAÚ

        
         O dia de hoje é de muita festa para nossa cidade, pois se comemora mais um aniversário de Travessia do Atlântico Sul feita por João Ribeiro de Barros e sua tripulação do Hidroavião Jahu, realizada em 28 – abr – 1927.

         Mas, há indissolúvel ligação entre essa travessia e a Força Pública (FP) do Estado de São Paulo, atual Polícia Militar.

         Entre os que aqui chegaram vitoriosos dessa proeza internacional, estava o Tenente Aviador João Negrão, membro desta nossa heroica Corporação, que, à época, detinha a soberania dos ares brasileiros.

         Com a exclusão do copiloto Artur Cunha da equipe do Jahu, João Negrão foi enviado para ajudar João Ribeiro de Barros, em Cabo Verde, pelo Comandante Geral da Corporação, Cel Pedro Dias de Campos.

         Na ocasião do Reide Genova-Santo Amaro, João Negrão era apenas Tenente. Durante a Revolução Constitucionalista de 1932, atuou como Capitão.

         Com a patente de Coronel, chefiou a Casa Civil do governo paulista. Glória ao grande soldado da Milícia Paulista, também incluso na história da nossa cidade.

         A OUTRA COMEMORAÇÃO DO DIA DE HOJE, e mais ligada à Revolução Constitucionalista de 1932 é que, quatro anos depois do Reide Genova-Santo Amaro, nesse mesmo dia de 28 de abril de 1931, esta Gloriosa Corporação Estadual se rebelava contra os desmandos que ela e o povo paulista sofriam do governo provisório de Getúlio Vargas.

         Para o seu quase aniquilamento:

    1- Foi criado um cargo acima do seu Comandante – o de Inspetor Geral – ocupado inicialmente pelo Gal. Miguel Costa, que depois viria ser Secretário da Segurança quando esse cargo foi criado.

    2- Os oficiais de carreira, formados aqui dentro, foram apeados dos seus cargos e substituídos por “alienígenas” de confiança dos mandatários do novo governo.

    3-Instituiu-se, dentro da FP, os famosos “grupos de combate”, treinados para serem guarda-costas dos mandatários do Estado.

    4-Acabou-se com a aviação da FP, levando os seus aviões para o Rio de Janeiro.

    5-Acabou-se com a sua artilharia usada na Revolução dos Farrapos e na Guerra do Paraguai.

         Com tantos desmandos e humilhações, a Corporação rebelou-se com a finalidade de destituir o Gal Miguel Costa e o interventor João Alberto Lins de Barros e, desta forma, exigir, de Getúlio, um paulista de proa para interventor e a volta dos costumes e tradições da Corporação.

         Mas teve também o seu Calabar.

         A revolta já tinha se iniciado quando foi abortada pelo seu próprio comandante, Cel Joviano Brandão, em conluio com o Inspetor Gal. Miguel Costa.

         Os oficiais revoltosos foram presos.

        Dentre eles estavam muitos dos que seriam nossos grandes comandantes na Revolução Constitucionalista do ano seguinte como:

    - os Coronéis Júlio de Marcondes Salgado e Benvindo de Mello;
    - o Major Teófilo Ramos;
    - os Capitães Romão Gomes, Heliodoro da Rocha Marques, Sebastião Amaral, Antonio Pietcher e João Rodrigues Bio;
    - os Tenentes Cândido Bravo, Antonio da Silva Dias e João Batista Tavares.

         Só foram anistiados no final de julho, com a posse do novo interventor, Laudo de Camargo.

         Esse episódio, tão importante na história do Brasil é muito pouco lembrando, mas é um marco histórico da corporação que ousou desafiar aqueles que queriam transformá-la, como disse o Cap. Heliodoro na Rocha Marques, “em guarda pretoriana dos dominadores de São Paulo”.

         Se a data dessa revolta pode ser difícil de ser guardada pelas cidades paulista, para Jahu não se corre esse perigo: coincide com a travessia do Atlântico feita pelo nosso herói maior João Ribeiro de Barros, associado a Vasco Cinquini, Newton Braga e João Negrão.

         Para nós jahuenses, essa coincidência é salutar, pois une civis e militares que fizeram a nossa História.

        À Polícia Militar do Estado de São Paulo, o abraço fraternal dos amigos do MMDC.

         Tudo pelo Brasil!



         Jahu, 28 de abril de 2016.


                Antonio Fernando Reginato
        Presidente do Núcleo do MMDC de Jaú




    terça-feira, 18 de agosto de 2015

    SOLENIDADE EM HOMENAGEM AOS HERÓIS DA REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA DE 1932


        

          No dia 09 de Julho de 2015 aconteceu na cidade de Jaú a Solenidade alusiva a Revolução Constitucionalista de 1932.
          O evento contou com a participação do Comando do 27º BPM/I, Ten Cel PM Marcelo Sanches e Maj PM Jefferson Bastos,de diversos órgãos e condecorou civis e militares com a Medalha Constitucionalista, que tem como intuito galardoar pessoas, que por seus méritos e relevantes serviços prestados ao culto da Revolução Constitucionalista de 1932 se tornaram dignas de especial honraria.
        A solenidade contou com várias atrações, entre elas, desfile cívico militar, trincheira e encenação alusiva do combate, apresentação de bandas de Jaú e região, oração ante a última trincheira, honras fúnebres, salva de tiros, toque de silêncio, entre outras apresentações.


    Medalhas e diplomas que foram entregues

    Tiro de Guerra 02-019

    Pelotão do Curso de Formação de Soldados do CPI-4

    Coral da Casa da Criança

    Escoteiros Ibica-Re-Ig

    Ten PM Assis Comandando o dispositivo

    Ten Cel PM Marcelo Sanches, Maj PM Jefferson Bastos (Comandante e Sub Comandante do 27º BPM/I respectivamente) e Cap PM Eurico entre outras autoridades 

    Professor Marcus Carmo Comanda equipe de professores durante encenação dos heróis de 09 de julho

    Sgt PM Montagna, Sgt PM Gasparotto, CB PM Sandra, CB PM Tofoli e CB PM Sofner

    Ten Cel Marcelo Sanches recebendo homenagem do Presidente da Sociedade dos Veteranos de 32 MMDC de Jaú, Dr. Antonio Fernando Reginato


    Maj PM Jefferson Bastos entregando a medalha para o Cap PM Eurico

    Militares e familiares durante Condecoração

    Sgt Gasparotto e família, Sgt Mauro (EB) e esposa e Sgt Montagna e família durante entrega das medalhas

    Medalhas Constitucionalista e Diplomas



    Entrega da Coroa de flores

    Salva de tiros

    Maj PM Jefferson Bastos, Dr Reginato e Professor Marcus Carmo

    Tiro de Guerra abrindo o desfile de encerramento

    Pelotão da Polícia  Militar durante desfile

    Grupo de escoteiros Ibica-Re-Ig

    Grupo Desbravadores Kadosh










    sexta-feira, 24 de julho de 2015

    SOLENIDADE EM COMEMORAÇÃO AO 83º ANIVERSÁRIO DA REVOLUÇÃO DE 1932 - IGARAÇU DO TIETÊ

    Publicado no Jornal "Mais" de Igaraçu do Tietê da semana de 11 a 17 de julho de 2015

         No dia 09 de julho foi realizada uma solenidade em comemoração aos 83º aniversário da Revolução de 1932 na cidade de Igaraçu do Tietê.
         A solenidade contou com a participação do 1º Ten PM Alexandre Andrade, comandante do 1º Pelotão da 2ª Cia do 27º BPM/I, representantes do poder público municipal e crianças de rede pública municipal.
         A fanfarra da escola José Conti fez uma apresentação no local.

    Jornal "Mais" de Igaraçu do Tietê da semana de 11 a 17 de julho de 2015, fls 04