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27º BPM/I

HISTÓRIA DO 27º BPM/I


     Nossa história inicia-se em 1857, quando uma representação de moradores encabeçada por Francisco Gomes Botão, através da Câmara Municipal de Rio Claro, pede por uma autoridade pública local para conter malfeitores e assassinos expulsos de outros lugares e que viajavam impunes, o que determinou que, por ato do presidente da província, o incipiente povoamento fosse elevado a Distrito de paz, passando a ter na figura de um de seus fundadores, o Capitão José Ribeiro de Camargo, sua primeira autoridade, que dispunha como cadeia pública, de uma palmeira no Largo da Matriz, onde os presos eram amarrados com um laço.

     Alguns anos se passaram e, em 1868, a recém emancipada Vila de Jahu é promovida a Termo Judiciário e passa a ter um Destacamento. Para sediar o quartel e a cadeia, foi comprada uma casa com 60 palmos de frente por 80 de fundos e um puxado na frente, nossa primeira sede, localizada numa esquina da atual rua Edgard Ferraz com o Largo da Matriz.

     O comando e a função de delegado de Polícia, que na época não existia como carreira, dessa forma exercida por Oficiais da Milícia ou da Guarda Nacional, ficaram a cargo do Tenente Antônio Manoel de Moraes Navarro, ex-combatente da Revolução Liberal de 1842 ao lado do Padre Diogo Antônio Feijó e do Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar.

     Cabe esclarecer que quando a Guarda Nacional foi criada, era a forma que se dispunha para conceder graus honoríficos a quem os almejasse e tivesse disponibilidade financeira para receber a distinção da Pasta da Justiça e Negócios do Interior, através de patentes dos postos de alferes a coronel, do que se valeram vários expoentes de famílias como os Carvalho e os Almeida Prado, os quais acabavam exercendo funções públicas como a magistratura, a vereança, a chefia do executivo e o próprio comando do aparato policial.

     O período foi marcado pela guerra com o Paraguai, incorporando o efetivo disponível ao Exército, o que levou ao recrutamento de uma Legião de Voluntários que integrava o Corpo Policial Provisório e que fazia a segurança das cidades provincianas.

     Por volta de 1872, devido à insegurança das instalações, o Tenente Lourenço de Almeida Prado, ainda mantinha os presos com ferros no pescoço, tratamento igualmente destinado aos componentes insubordinados do efetivo sob seu comando.

     Quando o Coronel Francisco de Paula Almeida Prado Filho assume o Destacamento em 1876, reclama a substituição dos guardas policiais por milicianos da força de linha, que entendia serem mais disciplinados, o que se resolveria com a instalação de um destacamento da 3ª Companhia do Corpo Policial Permanente, atual Polícia Militar.

     No ano de 1879, quando as grandes fazendas da Terra Roxa enriqueciam seus proprietários, através do trabalho escravo de aproximadamente mil pessoas, teríamos a ocorrência de maior dramaticidade da história policial; Um negro fugido de uma fazenda alcança a casa de uma família residente em um sítio, onde violenta a mulher e mata o casal e os três filhos menores a golpes de machado. Recolhido à cadeia, nenhuma autoridade é capaz de conter a população que arrebenta as portas e janelas, retirando o Criminoso que é levado à praça, linchado, atado à cauda de um cavalo e arrastado aos gritos da multidão.

     Em 1887 o comandante do Destacamento da Milícia Paulista era o Alferes Teófilo de Assis Lorena, com um efetivo fixado em 35 praças, mas que na verdade não chegava a 15, levando-o, já nos idos de 1900, a ser comandado por um Sargento. Tal situação se dava pelo clima de instabilidade social, a culminar em campanhas como a de Canudos, no interior da Bahia, e que exigiam apoio de São Paulo

     A precariedade das instalações daquele primeiro prédio exigia um local apropriado à detenção dos infratores, o que se somou ao estado de ruínas em que se encontrava o prédio da Câmara Municipal, determinando a construção de um edifício, inaugurado em 16 de junho de 1891, no local onde se encontra a atual prefeitura, e que sediou tanto a municipalidade, como o quartel da Força Militar, a cadeia e o Judiciário.

     Essa integração física de atividades mostrou-se inconveniente, sendo então construído um sobrado na rua Riachuelo, inaugurado em 27 de abril de 1908 para abrigar a Delegacia da recém criada Polícia Civil e o Destacamento da Força Pública, que fora reestruturada em quatro Batalhões de Infantaria.

     Em 1924 o movimento tenentista insuflava os quartéis por ideais de cidadania, contra a oligarquia, promovendo nossa participação junto à coluna Miguel Costa, que veio a correr pelo país difundindo princípios democráticos.

     Três anos após teríamos, na figura do Tenente João Negrão, a participação no maior marco para a história de Jaú, quando da travessia do Atlântico pelo valoroso Comandante João Ribeiro de Barros.

     Mais tarde, em 1932, pertencíamos ao 4º Batalhão de Caçadores Paulista, no momento em que a Força Pública, cujo valor tomara destaque no desfecho da Revolução de 1930, se levanta em comunhão com o povo para clamar pela Constituição Brasileira, alijada pelo autoritarismo mascarado de Getúlio Vargas. Muitos dos nossos caíram em combate.

     No cenário mundial também fomos chamados para pôr à prova nosso destemor e combatividade, quando em 1945 a Força Policial era novamente levada ao campo de batalha, agora pela Força Expedicionária Brasileira, em Alexandria, no norte da Itália, contribuindo para o regresso vitorioso dos pracinhas da II Grande Guerra.

     O mundo desperta dos horrores da guerra para o ideal humanitário e pudemos nos dedicar mais à segurança e à paz de nossas comunidades.

     O desenvolvimento faz instalar-se em Jaú uma Companhia de Policiamento, que em 1966 figura-se como a 1ª CIA do 4º Batalhão Policial, designada após alguns anos como 3ª CIA.
     Tornara-se imprescindível adequar-nos à dinâmica local, dessa forma, por força do Decreto nº 24.572 de 27 de agosto de 1985, instala-se em 03 de abril de 1986, na cidade de Jaú, o Vigésimo Sétimo Batalhão de Polícia Militar do Interior.

A instalação do Batalhão, fisicamente, ocorreu na Praça Jorge Tibiriça s/nº - Centro – Jaú/SP.
   O efetivo inicial do Batalhão, publicado no anexo do Boletim nº 77 de 25 de abril de 1986, estipulava um total de 331(trezentos e trinta e um) homens, sendo:
01 (um) Tenente Coronel;
01 (um) Major;
03 (três) Capitães;
08 (oito) Tenentes combatentes;
01 (um) Tenente QAOPM;
03 (três) Subtenentes;
05 (cinco) 1º Sargentos;
31 (trinta e um) 2º e 3º Sargentos;
23 (vinte e três) Cabos;
255 (duzentos e cinqüenta e cinco) Soldados.
     Em sua criação, foram estabelecidas duas Companhias:
1ª Cia PM – Jaú:
 1º Pel PM – Jaú;
 2º Pel PM – Jaú;
 1º Gp PM – Itapuí;
 2º Gp PM – Boracéia;
 3º Gp PM - Mineiros do Tietê;
 4º Gp PM – Itajú;
 5º Gp PM – Bocaina;
 6º Gp PM – Dois Córregos;
 7º Gp PM – Bariri.

2ª Cia PM – Lençóis Paulista:
1º Pel PM – Lençóis Paulista;
2º Pel PM – Pederneiras;
3º Pel PM – Barra Bonita;
1º Gp PM – Agudos;
2º Gp PM – Igaraçu do Tietê;
3º Gp PM – Macatuba.

     Existia ainda o Pelotão de Comando e Serviços, que cuidava da administração e auxiliava o Estado Maior do Batalhão, sediado em Jaú.
À época, existiam 43 (quarenta e três) viaturas, a saber:
23 (vinte e três) – Rádio Patrulhamento;
07 (sete) – POLO (Policiamento Localizado);
06 (seis) – Motocicletas;
04 (quatro) – PTM (Patrulhamento Tático Móvel);
03 (três) – Orgânicas.

     No mês de dezembro de 1987 o Batalhão recebe seu primeiro efetivo de policiais femininos, para o recém criado Pelotão Feminino, inicialmente composto de 15 soldados e 1 sargento feminino, que ficaram encarregados do trânsito e alojados primeiramente em uma casa na rua Santos Dumont n º130 na rua Tenente Lopes nº 1251, sendo por fim integrados ao efetivo masculino, inclusive quanto às atribuições.

     A primeira Sede do Pelotão Feminino foi em um prédio da praça Jorge Tibiriçá, onde permaneceu até o final de 1991, quando se mudou para uma casa alugada, na rua Paissandu nº 943, aguardando a reforma da primeira sede, à qual deveria retornar, o que não ocorreu.



No ano de 1989, deixou de pertencer ao 27º BPM/I, as cidades de Lençóis Paulista, Pederneiras, Macatuba e Agudos, passando a ter três Companhias:
1ª Cia PM – Jaú (sede), Itapuí e Boracéia;
2ª Cia PM – Barra Bonita (sede) e Igaraçu do Tietê;
3ª Cia PM – Dois Córregos (sede), Bariri, Itajú, Bocaina e Mineiros do Tietê.
O efetivo do 27º BPM/I em 1989 era de 310 (trezentos e dez) homens:
1 (um) Tenente Coronel;
1 (um) Major;
3 (três) Capitães;
7 (sete) Tenentes combatentes;
2 (dois) Subtenentes;
5 (cinco) 1º Sargentos;
31 (trinta e um) 2º e 3º Sargentos;
29 (vinte e nove) Cabos;
231 (duzentos e trinta e um) Soldados.

     Em 1991 foi realizado o primeiro curso de formação de soldados na unidade, com instrutores e alunos da região, formando, após seis meses, 35 policiais militares, que ficaram trabalhando no 27º BPM/I. O curso desenvolveu-se em um anexo do ginásio de esportes Dr Neves, preparando os alunos para atuarem em consonância com as peculiaridades da região.


 No ano de 1992 foi implantado o Patrulhamento Tático Móvel, tendo o 1º Ten PM Humberto Salvador Cestari como primeiro comandante do PTM (hoje Força Tática).


Em 1992, a sede do Batalhão foi transferida para a Rua Paissandu nº 951, Centro - Jaú/SP.

No ano de 1995, foi criada a 4ª Cia PM, com sede na Cidade de Pederneiras, com um Gp PM na cidade de Boracéia.

Foi criado em setembro de 1996, na cidade de Jaú/SP, com a finalidade de educar alunos da pré-escola e rede primária de ensino, sobre noções de motorista, regras de pedestres e ciclistas. 04 (quatro) PM fazem parte do Projeto Cidade Mirim, sendo que referido projeto fora passado para mais de 20 (vinte) cidades.

     No mesmo ano, como destaque também, surgiram os Primeiros Postos Comunitários de Segurança: Pouso Alegre de Baixo (o Policial morava no local = ao Suzaicho do Japão), só desativado em 2012, e Jardim Pedro Ometto.

     No ano seguinte, Policiamento Programado;

     Em 1998, a Primeira Base Comunitária de Segurança – Barra Bonita/centro – criada em 02 de outubro;


     Em novembro de 1998 foi desenvolvido o 1º Estágio na unidade previsto no Calendário de Cursos e Estágios da PM (CCE), foi o Estágio de Segurança Escolar, com 19 (dezenove) instruendos, todos policiais militares femininos. O Diretor do Curso foi o Maj PM Jorge Lelis Pinholi, o Coordenador foi o 1º Ten PM Jefferson Bastos, e o 1º Sgt PM Sandro Aparecido Roque foi o responsável pela administração escolar.

     Posto Comunitário da Vila Netinho – Setembro de 1999;

     Início do PROERD – Agosto de 1999;

Em 1999, o efetivo do 27º BPM/I era de 470 (quatrocentos e setenta) homens:
1 (um)Tenente Coronel;
1 (um) Major;
5 (cinco) Capitães (um para a Companhia de Comando e Serviço);
10 (dez) 1º Sargentos;
48 (quarenta e oito) 2º/3ºSargentos;
75 (setenta e cinco) Cabos;
336 (trezentos e trinta e seis) Soldados.

Nesse ano a estrutura do 27º BPM/I era a seguinte:
CCSv – Jaú;
1ª Cia PM – Jaú;
1º Pel PM – Jaú;
2º Pel PM – Jaú;
1º Pel Fem PM – Jaú;
1º Gp PM – Itapuí;
2º Gp PM – Potunduva.

2ª Cia – Barra Bonita:
1º Pel PM – Barra Bonita;
2º Pel PM – Igaraçú do Tietê;
1º Gp Fem PM – Barra Bonita.

3ª Cia PM – Dois Córregos:
1º Pel PM – Dois Córregos;
2º Pel PM – Bariri;
1º Gp PM – Itajú;
2º Gp PM – Bocaina;
3º Gp PM – Mineiros do Tietê;
4º Gp PM – Guarapuã.

4ª Cia PM – Pederneiras:
1º e 2º Pel PM – Pederneiras;
1º Gp PM – Boracéia.

No Boletim Geral nº 249/99, foi publicada nova reestruturação do 27ºBPM/I, com as extinções do Pelotão Feminino, do 1º GP de Potunduva, do 4º GP de Guarapuã, e, novamente a cidade de Pederneiras passou para o 4º BPM/I, ficando da seguinte maneira a estrutura do Batalhão:
CCSv – Jaú.
1ª Cia PM – Jaú:
1º a 4º Pel PM – Jaú.
2ª Cia PM – Barra Bonita:
1º Pel PM – Barra Bonita;
2º Pel PM – Igaraçu do Tietê;
3º Pel PM – Dois Córregos;
3.4. 1º Gp PM – Mineiros do Tietê.
3ª Cia PM – Bariri:
1º Pel PM – Bariri;
1º Gp PM – Itajú;
2º Gp PM – Bocaina;
3º Gp PM – Itapuí;
4º Gp PM – Boracéia.

Assim, em janeiro de 2000, o efetivo fixado da unidade passa a ser de 400 (quatrocentos homens).
Posto Comunitário do Distrito de Potunduva – Janeiro de 2000;

     Um fato marcante na história do Batalhão foi a cidade de Jaú ter sido considerada pelo Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial, em 2000, com a cidade de menor índice de violência do Brasil, e, consequentemente a cidade mais tranquila para se viver com população superior a 100.000 habitantes, destacando-se a taxa de homicídios, na proporção de 1,79 homicídios para 100.000/h-ano. A cidade continuou a ser considerada a menos violenta até 2002, quando a pesquisa não foi mais realizada, porém, pelos números da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Jaú foi mais sete vezes a cidade menos violenta de São Paulo, até 2015.

Base Comunitária de Segurança Nosso Sonho/Barra Bonita – 16 de Junho de 2001;

     Início do Programa Jovens Contra O Crime – Fevereiro de 2001;

     Base Comunitária da Cohab/Igaraçu do Tietê – 22 de março de 2001;

     Posto Comunitário do Terminal Rodoviário de Jaú – junho de 2001;

     Implantação da UDAR 62- Unidade de dispensação e armazém reembolsável – 03 de outubro de 2001;

     Implantação do Policiamento Ciclístico – Dezembro de 2001;

     Em maio de 2002 foi criado o Canil Setorial de Jaú, com efetivo de 06 (seis) Policiais Militares e 10 (dez) cães.

     Implantação do Serviço voluntário (vinte e dois Soldados Temporários) –Julho de 2002;

     O 27ºBPM/I foi finalista do Prêmio de Qualidade da PMESP –Dezembro 2002;


     Descentralização da 1ª Cia, com criação dos pelotões Norte, Sul, Centro e Oeste, com um tenente como comandante de todas as modalidades de policiamento em áreas específicas da cidade de Jaú - Julho de 2003;

      Início do policiamento de escolta dos reeducandos do Centro de Ressocialização de Jaú - Outubro de 2003;

     Unificação do atendimento 190 na 1ª Cia (Potunduva/Jaú) - Novembro de 2003;

     Implantação do Cartão de Itinerário de Patrulhamento (CIP) - Dezembro de 2003;


     O terceiro endereço do Batalhão foi à rua Marechal Bittencourt nº 414, de 1996 a 2001, quando então, nova mudança para outro imóvel alugado e inadequado, na rua General Izidoro nº 130, até 2004.



No ano de 2004, com as alterações das portarias do Cmt Geral nº PM3 – 001/01/04, e 002/01/04, o Batalhão passou a ter um efetivo fixado de 402 (quatrocentos e dois) homens, a saber:
1 (um) Tenente Coronel;
1 (um) Major;
4 (quatro) Capitães;
14 (catorze) tenentes;
44 (quarenta e quatro) Subtenentes/Sargentos;
41 (quarenta e um) Cabos;
263 (duzentos e sessenta e três) Soldados;

34 (trinta e quatro) soldados temporários.

     Implantação do serviço de Comandante de Força Patrulha na área do Batalhão - Janeiro de 2004

      Formatura da 1ª Turma do Projeto Adestrador Mirim -  maio de 2004
     
       Em  1º de Julho de 2004 o último endereço, Rua Vinte e Quatro de Maio, 943, Vila Nova - Jaú, em prédio que foi totalmente reformado pelos PM e com a ajuda da comunidade, pertencente à CODASP (Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo), agora em regime de Comodato.
  
          
     Formatura da 1ª Turma de Educação para o Trânsito da cidade de Jaú (Curso ministrado por PM, com apoio pedagógico da prefeitura Municipal, com 16 - dezesseis - aulas ministradas, sendo duas práticas, e formatura com direito à diploma e carteirinha de agente mirim para alunos da 3ª série do ensino fundamental da época).

  Desde o mês de Junho de 2004, o 27º BPM/I deixou de contar com a CCSv, cujo efetivo passou a integrar o EM, com a criação da Motomec e UIS.

     Em 2004 o 27º BPM/I recebeu o Prêmio Polícia Militar de Qualidade, grau bronze, o que ocorreu novamente em 2006, 2015, 2016 e 2017. Em 2011 o batalhão recebeu o grau Prata, e em 2013 (apenas o CPI-4 concorreu, com extensão para todos os batalhões subordinados) recebeu o grau ouro.


     Em 2011 a unidade recebeu o prêmio paulista de qualidade e gestão no grau Bonze.     

Atualmente a Polícia Militar do Estado de São Paulo, através do Vigésimo Sétimo Batalhão de Polícia Militar do Interior, par-e-passo com os anseios da comunidade local e com os mais recentes programas de qualidade anseios da comunidade local e com os mais recentes programas de qualidade para o trabalho, vem buscando aprimorar sua prestação de serviços, desenvolvendo a constante instrução e avaliação de seus homens, assim como elaborando pesquisas de opinião a direcionarem metas operacionais e de gestão, rumo à conquista de indicadores como o Prêmio Estadual de Qualidade e o ISSO – ‘International Organization for Standardization”.

Foi estabelecido por parâmetro a “Polícia Comunitária”, ou seja, reconhecemos em cada cidadão um nosso cliente, fazendo de nossa organização uma empresa a prestar serviços eficientes à sociedade a que pertencemos.

  O 27º BPM/I está estrategicamente situado no centro geográfico do Estado de São Paulo, sendo cortado por rodovias importantes (as principais são: SP-225/255/304), e fazendo divisa com 03 (três) CPI (CPI-9 – Piracicaba, CPI-3 – Ribeirão Preto e CPI-7 – Sorocaba), e 06 (seis) Batalhões (4º BPM/I – Bauru, 10º BPM/I – Piracicaba, 12º BPM/I – Botucatu, 13º BPM/I – Araraquara, 37º BPM/I – Rio Claro e 38º BPM/I – São Carlos, além de 13 Municípios (Arealva, Areiópolis, Boa Esperança do Sul, Botucatu, Brotas, Dourado, Iacanga, Ibitinga, Macatuba, Pederneiras, Santa Maria da Serra, São Manuel e Torrinha).

O 27º BPM/I pauta suas ações pela prevenção aos delitos, inspirado na missão da polícia militar, de prevenção da Ordem Pública.

Assim, sempre que possível, após análise de situação, em conjunto com a comunidade, através dos Conselhos Comunitários de Segurança, o policiamento será executado para atendimento dos anseios da comunidade, gerenciado em parceria com a população, que apoia a Polícia Militar e co-participa dos erros e acertos, havendo assim um grande nível de satisfação dos nossos clientes externos.

Para se evitar o aparecimento de “ilhas” de crime, a Polícia Militar e a comunidade desenvolvem inúmeros projetos e campanhas sociais, sempre após análise do que será melhor para a educação dos envolvidos, tendo as crianças como maior alvo da prevenção, já que serão os adultos de amanhã.

Atitudes que possibilitaram fazer-nos adentrar ao novo milênio com o reconhecimento de todo o esforço despendido, por iniciativas como a do Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial que, por seus levantamentos estatísticos, indicou Jaú como a cidade mais segura, dentre os municípios com mais de cem mil habitantes do Estado de São Paulo.

Sempre presente nas mais inusitadas situações, mesmo além de suas obrigações, a Polícia Militar vela pela tranqüilidade, concorrendo para que o equilíbrio e a justiça sociais se mantenham por todos nós.

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